sexta-feira, 31 de julho de 2015

Obras do Brasil - Arena das Dunas, Natal-RN.

O estádio Arena das Dunas, em Natal, foi um dos estádios palco da Copa do Mundo de 2014. Sua estrutura inovadora permitiu que o estádio não se limitasse a recepcionar jogos de futebol, tornando-se um espaço de entretenimento multiuso, capaz de receber shows, feiras, conferências e diversos tipos de eventos.


A infraestrutura do estádio possui estacionamento externo e interno, lounges de hospitalidade, 39 camarotes com banheiro exclusivo, dois vestiários com banheira, dois telões digital, sala de conferência, centro de mídia e TV, academia, área comercial e área de aquecimento.

Lounge de hospitalidade.
A estrutura do estádio é formada por pilares, vigas, vigas-jacaré, lajes alveolares protendidas e arquibancadas. Todos os elementos estruturais foram pré-moldados em uma fábrica montada no própria canteiro de obras, o que garantiu a qualidade das peças e proporcionou melhor controle executivo e de produção.

Projeto da estrutura do estádio.
A cobertura do estádio foi composta por 20 “pétalas” em treliças de aço, cobertas externamente com telha zipada em alumínio branco com tratamento térmico e acústico, internamente revestido com membrana tensionada de PVC. Os vãos formados entre as pétalas foram vedados com elementos translúcidos de policarbonato que favorecem a iluminação e ventilação naturais.


A sustentabilidade também foi foco da obra, que reutilizou os resíduos do antigo estádio Machadão, o qual foi demolido para a construção da Arena das Dunas.

Construção do estádio.
O estádio foi inaugurado em 26 de janeiro de 2014, pronto para receber quatro dos 64 jogos que ocorreram durante a copa do mundo.


O jantar de encerramento do 56º Congresso Brasileiro de Concreto (conhece mais clicando aqui), que ocorreu em 2014 na cidade de Natal, foi realizado no estádio Arena das Dunas. 

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Você Sabia? - As 10 construções mais caras do mundo

10. Bank of America Tower
O edifício de 365 metros de altura fica em Nova York e custou 1 bilhão de dólares. Sua construção foi iniciada em 2004 e encerrada em 2009.












9. Niagara Falls Hilton Phase
O hotel localizado em Ontario, no Canadá, custou 1 bilhão de dólares. Sua construção foi iniciada em 2007 e encerrada em 2009.












8. Estação de Kyoto
A estação de metrô localizada em Kyoto, no Japão, custou 1,25 bilhão de dólares. Sua construção foi iniciada em 1995 e encerrada em 1997.







7. Capital Green
O arranha-céu de Singapura custou 1,4 bilhão de dólares. Sua construção foi iniciada em 2012 e encerrada em 2014.














6. Burj Khalifa
O maior prédio do mundo localizado em Dubai custou 1,5 bilhão de dólares. Sua construção foi iniciada em 2004 e encerrada em 2010. 

Confira aqui o post especial sobre o Burj Khalifa.







5. Taipei 101
O famoso arranha-céu de Taipei custou 1,76 bilhão de dólares. Sua construção foi iniciada em 1999 e encerrada em 2004.









4. The Shard
O edifício mais alto da Europa custou 1,9 bilhão de dólares. Sua construção foi iniciada em 2009 e encerrada em 2013.













3. The Palazzo
O famoso hotel de Las Vegas custou 1,9 bilhão de dólares. Sua construção foi iniciada em 2004 e encerrada em 2007.






2. Palácio do Parlamento Romeno
A edificação governamental de Bucareste, na Romênia, custou 3 bilhões de dólares. Sua construção foi iniciada em 1981 e encerrada em 1988.






1. One World Trade Center 
O edifício construído na área das antigas Torres Gêmeas, em Nova York, custou 3,9 bilhões de dólares. Sua construção foi iniciada em 2006 e encerrada em 2014.














Fonte: http://www.emporis.com/statistics/most-expensive-buildings

terça-feira, 28 de julho de 2015

Fazendo História - O primeiro prédio giratório do mundo

Em 16 de dezembro de 2004, era inaugurado, na cidade de Curitiba, o Suíte Vollard, o primeiro edifício giratório do mundo, abrigando 11 apartamentos, com 287m² de área.


Cada apartamento gira 360 graus, conforme o desejo do morador através de comandos de voz. Todos os andares, sendo um apartamento por andar, giram independentes entre si.


Fazer com que um edifício se mova não é uma tarefa fácil.  A solução encontrada pelos construtores foi posicionar um pilar central de concreto armado que dá suporte a lajes em balanço, nas quais são instalados sistemas giratórios em aço que são responsáveis por fazer os apartamentos rodarem. Os banheiros e a cozinha foram acomodados no interior do pilar central, enquanto a circulação vertical foi instalada em um volume retangular anexo.


A plataforma metálica gira para ambos os sentidos sobre uma estrutura fixa de concreto, utilizando um motor de 0,5 cv para movimentar o apartamento com um consumo de energia elétrica de 370kw/h. Todo o controle de movimentação é realizado através do sistema de automação, que além de controlar a movimentação da plataforma, a velocidade e o sentido, controla também o ar-condicionado, as persianas, a iluminação e as câmeras de segurança.


Na época, o edifício não inovou apenas com o sistema giratório, mas utilizava muitas outras inovações tecnológicas como câmeras de vídeo em todos os ambientes, reconhecimento digital, de íris e de face e controle de voz para a iluminação, climatização e até hidromassagem.
    

    

    



O custo de cada apartamento no período de lançamento era de 300 mil reais, valor considerado muito alto para a época e por isso nenhum apartamento foi vendido. Em 2008, o edifício foi relançado por R$ 1,2 milhão por apartamento, mas novamente sem sucesso. Hoje o edifício, localizado no bairro Ecoville, continua abandonado aguardando que algum investidor acredite no projeto.

Fontes:  http://wwwo.metalica.com.br/suite-vollard-o-primeiro-edificio-giratorio-do-mundo
http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI440664-EI306,00-Curitiba+tem+o+edificio+giratorio+do+mundo.html